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Nossa causa nasce com o apoio de entidades médicas e civis, e dos próprios casais que lutam cotidianamente para realizar o desejo de ter uma família com filhos, projeto esse, para muitos, ainda distante de sua realidade financeira.

 

  • dr_sergio_podgaec

    Sérgio Podgaec, Presidente da Comissão de Endometriose da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia)

    “A endometriose é uma doença que acomete cerca de 7 milhões de mulheres brasileiras, sendo que 30 a 40 % dessas pacientes enfrentará distúrbios na fertilidade e todas as opções de tratamento (clínicos, cirúrgicos e/ou técnicas de reprodução humana) devem estar disponíveis.”

  • dr_rui

    Rui Ferriani, presidente da Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva (SBE)

    “A infertilidade, principalmente em casos associados a endometriose, acomete casais jovens, e os transtornos gerados causam um profundo desajuste pessoal e conjugal, muitas vezes comparável à dor gerada por doenças oncológicas. A falta de acesso ao tratamento gera medidas materiais extremas por parte dos casais, que podem ocasionar desajustes permanentes na estabilidade pessoal e financeira do casal. Ter infertilidade e eventualmente endometriose e não poder tratá-las por limitação material potencializa o sentimento de frustração.”

  • Dr. JoseGoncalvesFranco

    José Gonçalves Franco Junior, Presidente da Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA)

    “Manifestamos o integral apoio da SBRA – Sociedade Brasileira de Reprodução Assistida, entidade a qual represento hoje, à FEBRASGO, a fim de que as Técnicas de Reprodução Assistida e os tratamentos de Infertilidade Conjugal tenham reembolso ou sejam realizados pela assistência suplementar de saúde conforme prevê a lei nº 11.935 de 11 de maio de 2009.
    Essa iniciativa se faz necessária devido ao custo elevado da Fertilização in Vitro e também porque são poucos os centros que oferecem o procedimento em serviço público (SUS). Infelizmente, apenas uma pequena parcela da população consegue ter acesso a essas técnicas, que deveriam estar beneficiando a todos que dela necessitam.”

  • dr_jarbas

    Prof. Dr. Jarbas Magalhães, Presidente da Associação de Ginecologia e Obstetrícia do Estado de São Paulo (SOGESP)

    “É de suma importância que exista o programa de infertilidade para todos. Ele permitirá que casais que não possuem condições socioeconômicas tenham acesso a essa possibilidade, o que é um direito universal. Com este programa, os casais poderão receber o reembolso das técnicas de fertilização, por seus planos de saúde, que atendem uma grande parcela da população brasileira. Entendo que é uma iniciativa que deva ser apoiada, estimulada e divulgada para que todos os brasileiros possam tomar ciência da sua criação.”

  • Silvana Morandini

    Silvana Morandini, Coordenadora da Câmara Técnica de Reprodução e Técnicas de Reprodução Assistida do Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp)

    “A concretização deste projeto vai ao encontro do direito do médico de oferecer os meios disponíveis cientificamente reconhecidos para auxiliar quem almeja ter filhos, necessita das técnicas de reprodução assistida e não tem condições de arcar com o tratamento.”

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    Nelson Antunes Jr., médico ginecologista e presidente da Sociedade Paulista de Medicina Reprodutiva

    “A reprodução assistida não deveria ser privilégio de casais com condições financeiras para tal. O tratamento precisa ser ampliado nos poucos serviços públicos disponíveis e os convênios médicos devem cumprir o que a lei obriga.”

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    Newton Busso, médico ginecologista, presidente da Comissão Nacional Especializada em Reprodução Humana da FEBRASGO

    “Na hora de regulamentar a lei a ANS simplesmente excluiu o tratamento de uma doença, que é a infertilidade. Foi uma decisão arbitrária que beneficia somente os planos e prejudica quem não tem condição de pagar pelo tratamento de infertilidade.”

Sociedade Médica

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